Polícia

Mulher é morta a facadas em Itaituba; suspeito é preso pela polícia

Vítima foi identificada como Maiane de Gomes Guedes; homem foi preso por homicídio qualificado

Uma mulher identificada como Maiane de Gomes Guedes morreu após ser esfaqueada, em uma região de palafitas na 13 de Maio, nas proximidades da Ponte do Pimbá, em Itaituba, no sudoeste do Pará. Um homem apontado como suspeito do crime foi preso em flagrante durante uma ação conjunta das polícias Militar e Civil.

Segundo o comandante do 15º Batalhão de Polícia Militar (BPM), Felix Jr., a equipe foi acionada após moradores ouvirem gritos e encontrarem a mulher morta dentro de uma residência. Uma equipe de resgate foi acionada para atender a vítima, mas ela já havia morrido. A Polícia Civil e o Instituto Médico Legal (IML) foram acionados.

“Nos passaram características do suspeito. O pessoal iniciou diligência e localizou o indivíduo. Inclusive, embaixo da cama em que a mulher se encontrava morta, lá estava a ferramenta que foi utilizada para ceifar a vida dela, que foi um punhal, uma faca”, relatou.

Após a localização do suspeito, os policiais realizaram a detenção. “Tão logo se fez a detenção do indivíduo, passamos a tentar levantar o que gerou tudo isso, como se decorreu esse fato”, disse o comandante.

Ainda segundo essa versão inicial, o homem teria confessado o crime, mas não foi revelada a motivação dele. Essa informação não foi confirmada oficialmente. Em nota, a Polícia Civil (PC) informa que, em ação conjunta com a Polícia Militar, prendeu em flagrante um homem pelo crime de homicídio qualificado. “Ele está à disposição da Justiça. Uma arma branca usada no crime foi apreendida. Perícias foram solicitadas e testemunhas são ouvidas para auxiliar nas investigações”, comunicou. A PC não divulgou o nome do suspeito. Ele permanece à disposição da Justiça.

Prevenção

Ainda conforme o comandante, a Polícia Militar atua principalmente na prevenção e na resposta imediata às ocorrências. “Essas situações, a gente foca principalmente na ostensividade, tentando evitar que aconteçam. E, se ocorre, a primeira resposta geralmente é nossa para prender os envolvidos. São situações pontuais porque não ficam relacionadas diretamente à ação policial. O nosso policiamento é ostensivo, nós tentamos evitar que o crime ocorra”, explicou.

Felix Jr. destacou ainda os desafios de prevenção de crimes cometidos dentro de residências quando não há acionamento das equipes. “Dentro de casa é complicado porque é família. Se não houver acionamento da equipe para deslocamento e entrada em situação flagrancial na casa, é muito difícil evitar”, afirmou.

O comandante do 15º BPM ressaltou que, após a primeira resposta policial, outras equipes podem atuar na investigação e localização de suspeitos quando a prisão não ocorre imediatamente. “Quando acontece o fato, vamos tentar levantar de todas as formas possíveis o que ocorreu, fazer a captura. Não conseguiu fazer a captura do elemento naquele momento, aí entra a nossa equipe de inteligência ou nossos irmãos da Civil, para tentar fazer uma investigação e tentar saber quem é o causador para poder fazer a prisão dele”, explicou.

Arimatéia Jr.

Arimatéia Jr.

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