As crianças desaparecidas de Bacabal podem ter sido vitimas do tráfico de órgãos para transplantes
Conforme divulgado pela página Noite Adentro News, um agente de segurança, que preferiu manter a identidade em sigilo, teria revelado que Ágatha e Allan foram localizados no município de Arari, também no Maranhão. Segundo a publicação, as crianças estiveram em uma clínica clandestina suspeita de integrar um esquema de tráfico de órgãos para transplantes na França, com participação de uma facção criminosa e de pessoas influentes no meio político e social.
Até o momento, as informações não foram confirmadas oficialmente pela Polícia Civil do Maranhão, que informou não ter verificado as denúncias até a última atualização. O portal Bacci Notícias fez contato com a mãe dos irmãos, Clarice Cardoso, mas não obteve retorno. A ausência de confirmações oficiais mantém viva a incerteza sobre a veracidade dos relatos compartilhados nas redes sociais.
Desde o início das buscas, as autoridades mobilizaram diferentes forças de segurança para tentar localizar o paradeiro das crianças. O trabalho contou com o apoio da Marinha do Brasil, que realizou varreduras em trechos do Rio Mearim e áreas adjacentes de mata. Além disso, equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Civil atuaram em patrulhas terrestres, sempre sem encontrar indícios concretos que levem a um desfecho.
O comandante do Corpo de Bombeiros do Maranhão, Célio Roberto, chegou a descartar a hipótese de que Ágatha e Allan estivessem perdidos na mata. As corporações também negaram a possibilidade de afogamento, apesar de terem percorrido mais de 180 quilômetros do Rio Mearim em buscas meticulosas. Em uma área específica de 19 quilômetros, realizada com o suporte da Marinha, nenhum vestígio foi localizado.
O desaparecimento dos irmãos Ágatha Isabelle e Allan Michael permanece sob investigação da Polícia Civil do Maranhão, sem previsão de conclusão. Enquanto isso, a família segue mobilizada e pede ajuda de moradores e curiosos para que qualquer informação seja repassada de forma anônima pelos canais oficiais da polícia. A colaboração da população é considerada essencial para desvendar esse mistério que já dura mais de um mês.
Fonte: J-jetss






