Piloto de avião suspeito vindo da Bolívia foi interceptado pela FAB e morre em confronto após colocar fogo na aeronave
Aeronave suspeita vinda da Bolívia não tinha plano de voo nem matrícula identificada e foi interceptada a cerca de 550 km de Cuiabá
O piloto que incendiou o próprio avião após ser interceptado pela FAB (Força Aérea Brasileira), morreu em uma área de mata após confronto com as forças armadas na manhã deste sábado (24). A suspeita é de que a aeronave transportava drogas.
O homem não teve a identidade divulgada. O avião suspeito estava vindo da Bolívia, e voava sem plano de vôo e sem matgricula identificavel.
Segundo o Grupo Especial de Fronteira (Gefron), após pousar, o piloto ateou fogo na aeronave e em materiais ilícitos que transportava.
Ele foi localizado no início da manhã, escondido em uma área de mata, e teria reagido à abordagem dos agentes. O suspeito recebeu atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
De acordo com o Gefron, as equipes atuavam de forma integrada com a FAB, a Polícia Federal (PF) e a Polícia Militar (PM) na ocorrência, que envolve suspeita de tráfico de drogas por via aérea.
Avião suspeito foi detectado por radar
A ocorrência foi registrada nas proximidades de Juara, no noroeste do estado, a cerca de 550 quilômetros de Cuiabá. Segundo informações divulgadas pelo UOL, o piloto fez um pouso forçado ao perceber a aproximação de um caça A-29 Super Tucano e, em seguida, ateou fogo no avião antes de fugir.
O Cessna branco foi identificado por um E-99, aeronave da FAB equipada com sistemas de vigilância e alerta aéreo antecipado. A tecnologia permite detectar voos em baixas altitudes e em regiões remotas.
Após a identificação, o caça A-29 foi mobilizado para interceptar o avião. O piloto pousou em uma área próxima a Juara e incendiou a aeronave. Neste sábado (24), ele foi morto em confronto.






