Trump formaliza ataque ao Brasil com prazo até julho antes do pior acontecer
Em 1º de junho de 2026, o governo Trump dos EUA concluiu uma investigação contra o Brasil e propôs tarifa de 25% sobre todas as importações brasileiras, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
O prazo para medidas definitivas vai até 15 de julho de 2026. O lobby de Flávio Bolsonaro foi citado como motivador da ofensiva, após reuniões com Donald Trump e Marco Rubio em Washington. O alvo principal é o Pix, que reduz receitas de Visa, Mastercard, Apple Pay e Google Pay, estimadas em R$ 12 bilhões.
O relatório também critica decisões do Judiciário brasileiro sobre redes sociais e classifica como barreiras comerciais. O Pix cobra taxas médias de 0,22% a 0,33%, enquanto cartões de crédito chegam a 2,2%. Empresas como Meta, Apple e Google também foram afetadas, perdendo espaço para o Pix em seus sistemas de pagamento.
Brasil tem até julho para acabar com Pix antes de Trump fazer “o inferno”
Após isso, parlamentares do PSOL e da Rede pediram investigação por possível atentado à soberania nacional devido ao lobby de Flávio Bolsonaro. O governo brasileiro, por meio de Dario Durigan e Celso Amorim, rejeitou as críticas ao Pix e classificou como inaceitável a tentativa de intervenção externa.
A classificação do PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas entra no pacote de ataques à economia do Brasil e pode gerar sanções secundárias contra bancos e empresas brasileiras. O STF já estabeleceu precedentes para barrar imposições externas e discute uma possível “lei anti-embargo”.
A medida expõe como a política interna brasileira passou a ser usada como variável de negociação comercial pelos EUA, com apoio de parlamentares brasileiros.






